22 de julho de 2011

Não há mais esperança

Neste mundo perverso,
Que no jornal é impresso;
Sangue alagam as ruas da cidade,
Pais sem filhos por imprudência dos outros.

Nas rádios dizem:
Ontem estava vivo a pouco a vida lhe trouxe a morte,
Sem interesse olham o rosto do que pouco sabia,
Dificilmente sorria.

O mundo não lhe deu chance acabou,
Abaixo dos pés de todos ficou,
Não sabe-se ao certo se seus pais o amou
Pois nem uma lágrima de seus olhos brotou.

Não há mais esperança
No mundo sem criança,
Não há mais futuro
Todos com o coração duro.

0 comentários:

Postar um comentário