Neste mundo perverso,
Que no jornal é impresso;
Sangue alagam as ruas da cidade,
Pais sem filhos por imprudência dos outros.
Nas rádios dizem:
Ontem estava vivo a pouco a vida lhe trouxe a morte,
Sem interesse olham o rosto do que pouco sabia,
Dificilmente sorria.
O mundo não lhe deu chance acabou,
Abaixo dos pés de todos ficou,
Não sabe-se ao certo se seus pais o amou
Pois nem uma lágrima de seus olhos brotou.
Não há mais esperança
No mundo sem criança,
Não há mais futuro
Todos com o coração duro.
Que no jornal é impresso;
Sangue alagam as ruas da cidade,
Pais sem filhos por imprudência dos outros.
Nas rádios dizem:
Ontem estava vivo a pouco a vida lhe trouxe a morte,
Sem interesse olham o rosto do que pouco sabia,
Dificilmente sorria.
O mundo não lhe deu chance acabou,
Abaixo dos pés de todos ficou,
Não sabe-se ao certo se seus pais o amou
Pois nem uma lágrima de seus olhos brotou.
Não há mais esperança
No mundo sem criança,
Não há mais futuro
Todos com o coração duro.
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